sábado, 22 de agosto de 2026

A música que não passa na rádio nem na tv ...

Actualmente em Portugal as rádios comerciais (e não só) evitam músicas com letras fortes ou contra a corrente supostamente "normal" - críticas sociais, tendências ou mensagens alternativas ou independentes, que diferem do alinhamento imposto, criam o medo de perder marcas ou patrocínios, de despedimentos ou outro tipo de retaliações. Uma censura sem base legal mas baseada no medo ...

Os GNTK são um projeto e dupla musical portuguesa, formada em 2016 pelos produtores e músicos Diogo Fernandes e João Correia, naturais da região de Leiria. A sonoridade do grupo mistura influências da música pop, eletrónica, hip-hop e R&B.

  • Membros: Diogo Fernandes e João Correia.
  • Origem: Leiria / Vieira de Leiria, Portugal.
  • Estilo musical: Mistura de pop, eletrónica, hip-hop, trap e R&B.
  • Temas conhecidos: "Pátria Mãe", "Raízes", "Só Nós", "Sem Querer" e "Minha Jóia". 

Reproduzido do Blog Aldeia de Raposa

sexta-feira, 26 de junho de 2026

A morte da Volkswagen


A Volkswagen é mais uma vítima mortal da União Europeia.

E isto não é teoria da conspiração. Não é preciso ir buscar um senhor de chapéu de alumínio fechado na cave. Basta ler os relatórios e contas.
A Volkswagen não está em dificuldades porque os alemães desaprenderam a fazer carros. Não está a cortar dezenas de milhares de postos de trabalho porque, de repente, em Wolfsburgo se descobriu que afinal o segredo da prosperidade era produzir menos, despedir mais e rezar por dias melhores.
A própria Volkswagen escreve, preto no branco, que o ano foi marcado por tarifas, tensões geopolíticas, pressão concorrencial intensa, custos de reestruturação, transição eléctrica e regulação de CO₂. Traduzindo para português: meteram uma das maiores empresas do mundo dentro de uma máquina burocrática, ambientalista e ideológica, ligaram a centrifugação, e agora saiu de lá uma empresa esmagada.
O resultado operacional caiu brutalmente. As receitas ficaram praticamente paradas. A margem operacional ficou miserável para uma empresa daquela dimensão. E, como cereja em cima do bolo, a empresa reconhece centenas de milhões em custos ligados à regulação europeia de CO₂. Isto não é uma opinião. Isto está nos documentos da empresa.
A UE decidiu que o futuro automóvel europeu tinha de ser decidido por burocratas que nunca fabricaram uma dobradiça, nunca venderam um carro, nunca pagaram salários com dinheiro próprio e nunca tiveram de competir com a China ou com os EUA.
Resultado: os EUA inovam, a China fabrica, a Europa regula, e a Alemanha despede. É esta a nova cadeia de produção do planeta, sendo que a Europa está a conseguir ser mais produtiva a despedir do que os EUA a inovar ou a China a fabricar.
A Volkswagen junta-se assim a uma longa lista de cadáveres, semi-cadáveres e marcas transformadas em fantasmas.
Lembram-se da Nokia? A Europa tinha a rainha mundial dos telemóveis. Agora andamos todos com IOS e Android.
Lembram-se da Siemens Mobile? Evaporou-se. Lembram-se da Ericsson? Toda a gente conhece aquele gajo que tinha um Ericsson! Hoje, faz parte dos museus.
Lembram-se da Alcatel? Da Grundig? Da AEG? Da Thomson? Da Olivetti? Da Philips? Lembram-se da Saab? Da Rover? Da Volvo, que acabou nas mãos da chinesa Geely?
E agora seguem-se Volkswagen, Mercedes e o coração industrial alemão. Quem conhece as histórias passadas, consegue perceber o desenlace destes novos dramas. Já vimos este filme.
A Europa está a ser assassinada pela União Europeia e pelos seus governos. A “transição” fez gigantes transitar para o estado de falidos. A “neutralidade carbónica” traduziu-se na transferência de indústria para países que continuam a produzir com carvão.
"Soberania estratégica” agora, é depender da China para baterias, minerais, painéis solares e componentes. A “competitividade” é meter mais custos, mais regras, mais impostos, mais certificados, mais proibições e fazer dos subsidios uma das principais fontes de receita de empresas escolhidas a dedo por burocratas.
É o tipo de génio administrativo que só podia nascer num continente onde um burocrata olha para uma fábrica e não vê trabalhadores nem empresários a precisar de ajuda. Vê “emissões”, “metas”, “conformidade” e “alinhamento regulatório”. Parece uma anedota.
A Europa comporta-se como o maior serial killer empresarial do pós revolução industrial. Mata com a arrogância moral de quem acha que o mundo inteiro imitará a Europa se a Europa se imolar primeiro. Só que o mundo não imita. O mundo vende-nos os produtos que deixámos de conseguir produzir. A China agradece. Os EUA abriram os olhos. A Europa faz palestras.
E depois, claro, aparecem os mesmos iluminados a perguntar porque é que a revolta cresce, porque é que os trabalhadores deixam de confiar no sistema, porque é que a classe média desapareceu, porque é que a Alemanha estagnou, porque é que a França arde, e porque é que os portugueses votam como quem votaria num país em colapso, apesar de nos inundarem de estatísticas a dizer que está tudo bem.
A resposta está em Wolfsburgo. Está nas fábricas paradas. Está nos despedimentos. Está na Autoeuropa em pausa. Está na Mercedes a cortar custos. Está nos fornecedores alemães a tremer. Está nos nomes que já foram orgulho europeu e hoje são epitáfios industriais. Está na miséria que se vive em Setúbal, no Vale do Ave, em Aveiro, e no Porto, que vivia de serviços que prestava às industrias.
A Volkswagen não é apenas uma empresa em crise. É só mais uma. Quando se entrega a economia real a burocratas, a indústria não se adapta. Morre. E quando a indústria morre, não morre sozinha. Leva consigo salários, a classe média, o conhecimento técnico, a soberania, o poder político e o futuro.
Vamos ficar reduzidos a funcionários públicos, a dívida, a subsídios, a imigrantes baratos, a pobres subsidiados, a ricos exilados e classe média inexistente.
Caminhamos alegremente para sermos o terceiro mundo. E não é só por causa da cultura que milhões de imigrantes trazem. É também pela cultura de auto extinção que por aqui continua a vencer nas urnas. E isso não é culpa de quem vem de fora.

João Pereira dos Santos



sexta-feira, 6 de março de 2026

WEBRITMO 2026


 

segunda-feira, 24 de novembro de 2025

Qual a sua geração ???


 

🗓️ A ERA DAS GUERRAS E DA FORÇA (1883 – 1945):

🧬 GERAÇÃO PERDIDA (Lost Generation): (Nascidos aprox. 1883–1900s). Definida pela desilusão e pelo trauma da Primeira Guerra Mundial.

🧬 A MAIOR GERAÇÃO (Greatest Generation): (Nascidos aprox. 1901–1927). Conhecida pelo senso de dever, superou a Grande Depressão e lutou na Segunda Guerra Mundial.

🧬 GERAÇÃO SILENCIOSA (Silent Generation): (Nascidos aprox. 1928–1945). Caracterizada pela conformidade e trabalho duro na reconstrução pós-guerra.

🗓️ OS PILARES DA MUDANÇA (1946 – 1996):

🧬 BABY BOOMERS: (Nascidos aprox. 1946–1964). Nascidos no boom do pós-guerra. Definidos pela contracultura, Direitos Civis e o domínio da televisão.

🧬 GERAÇÃO X (Gen X): (Nascidos aprox. 1965–1980). A geração das "crianças da chave no pescoço". Marcada pelo cepticismo e pela transição do analógico para o digital.

🧬 MILLENNIALS (Gen Y): (Nascidos aprox. 1981–1996). A primeira geração nativa digital. Definida pelo 11 de Setembro, recessões económicas e o nascimento da Internet móvel.

🗓️ A ERA DA TELA E DA IA (1997 – Presente):

🧬 GERAÇÃO Z (Gen Z): (Nascidos aprox. 1997–2012). Nativos do smartphone. Definidos pela conectividade constante, TikTok e um foco maior em questões de justiça social.

🧬 GERAÇÃO ALPHA (Gen Alpha): (Nascidos aprox. 2013–2025). Pura nativa digital. Crescem com inteligência artificial e tablets como ferramentas de aprendizagem primária.

🧬 GERAÇÃO BETA (Gen Beta): (Nascidos aprox. 2026–). A próxima geração. Viverá integralmente em um mundo moldado pela IA e pela crise climática.

🚨 AVISO IMPORTANTE: DATAS FLUIDAS 📊 As datas das gerações são ferramentas para análise sociológica (Pew Research Center) e não são rígidas. Diferentes países e culturas podem ter datas de início e fim ligeiramente diferentes, dependendo dos eventos históricos que definiram a sua infância e adolescência (como a queda do Muro de Berlim ou o acesso à internet).

Fonte: Sociologia Geracional e Pew Research Center (Análise Demográfica).


sexta-feira, 15 de agosto de 2025

Curiosidades sobre o sexo no Islão

 


Os muçulmanos não podem ter nenhum tipo de intimidade com pessoas do sexo oposto de fora da família antes do casamento. 

No  Líbano os  homens  podem, legalmente,  ter  relações  sexuais  com animais,  desde  que  estes  sejam fêmeas.  Ter  relações  sexuais  com machos  a pena legal é a morte.

No  Bahrein um  médico  pode,  legalmente, examinar  os  genitais  femininos,  mas  está proibido  de  olhar  directamente  para eles durante  o exame. Só os pode ver através de um espelho.

Os muçulmanos não podem ver os genitais de um cadáver.  Isto  também  se  aplica  aos empregados das funerárias. Os  orgãos  sexuais  dos  defuntos  devem  estar sempre cobertos por um pedaço de  madeira.

Na Indonésia a pena para a masturbação é a decapitação.

O Islão proibe radicalmente a homossexualidade - na maior parte dos países islãmicos a pena é a cadeia ou açoitamento, mas há aqueles em que a pena é a morte (Arábia Saudita, Sudão, Iemen e Irão, entre outros) com o argumento de que a homossexualidade é “um comportamento muito desagradável” proibido por “todos os profetas de todas as religiões e todas as fés”. distorce a ordem natural na qual Deus criou os seres humanos e leva à destruição da família e da instituição do casamento.

Para a condenação a uma sentença de morte de alguém que teve relações sexuais ilícitas, a Sharia exige o testemunho de quatro pessoas do sexo masculino ou oito do sexo feminino.


quinta-feira, 27 de março de 2025

A alimentação dos antigos soldados romanos



A vida dos soldados romanos era cheia de desafios, e uma boa alimentação era fundamental para as suas forças durante as marchas e batalhas.

Refeição típica de um soldado romano durante as campanhas militares — simples, mas nutritiva:

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CAFÉ DA MANHÃ (ientaculum):
Pão rústico (feito de farinha de trigo ou cevada)
Queijo duro ou curado
Azeitonas ou frutas secas (como figos ou tâmaras)
Água ou posca (bebida feita com vinagre diluído em água, comum entre os soldados)
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ALMOÇO (prandium):
Mingau de cevada ou trigo (puls)
Era a base da alimentação do soldado — parecido com um purê grosso, às vezes temperado com alho, ervas ou queijo.
Leguminosas (como lentilhas ou grão-de-bico) cozidas com azeite e alho
Pedaço de carne salgada ou defumada, geralmente de porco
Frutas frescas da estação (como uvas ou maçãs silvestres)
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JANTAR (cena):
Sopa quente de legumes e grãos
Verduras cozidas (como repolho ou alho-poró)
Mais pão (sempre presente)
Um pouco de vinho diluído em água (os romanos raramente bebiam vinho puro).
Os soldados romanos precisavam de alimentos energéticos, fáceis de transportar e conservar por isso carregavam as provisões e utensílios consigo, incluindo uma pequena grelha para cozinhar.



Todas as reações:
2,3 mil