quarta-feira, 11 de maio de 2022

Couvert nos restaurantes é pago?

Nos restaurantes, cervejarias ou estabelecimentos similares, nenhum prato, entrada, petisco, produto alimentar ou bebida, incluindo o couvert, podem ser cobrados se não tiver sido solicitado pelo cliente ou por este inutilizado.

No entanto, se o cliente consumir, mesmo que não tenha pedido, é obrigado a pagar. E, por "inutilizado", entende-se, também, a manipulação do produto de forma a que já não possa ser servido a outros clientes. 

Decreto-Lei nº 10/2015, de 16.01.2015, artigo 135º

Os consumidores que se sintam lesados, podem fazer valer os seus direitos através do Livro de Reclamações, ou protestar junto da ASAE e da DECO, esta última do telefone 218 410 858 ou da plataforma Reclamar

sexta-feira, 11 de março de 2022

CONHEÇA OS REIS DE PORTUGAL

Conheça todos os Reis de Portugal, as datas, os seus rostos e casamentos.




PRIMEIRA  DINASTIA - AFONSINA

1143 - 1185
D. Afonso Henriques "O Conquistador"
 (25 Julho 1111 Guimarães-6 Dezembro 1185 Coimbra)
Casou com D. Mafalda de Sabóia

1185 - 1211
D. Sancho I "O Povoador" 
(11 Novembro 1154 Coimbra-27 Março 1211 Coimbra)
Casou com D. Dulce de Aragão


1211 - 1223
D. Afonso II "O Gordo"
 (23 Abril 1185 Coimbra-21 Março 1223 Alcobaça)
Casou com D. Urraca

1223 - 1248
D. Sancho II "O Capelo" (8 Setembro 1202 Coimbra-4 Janeiro 1248 Toledo)

Casou com D. Mécia Lopes de Hero

1248 - 1279
D. Afonso III "O Bolonhês" 
(5 Maio 1210 Coimbra-16 Fevereiro 1279 Alcobaça)
Casou com D. Matilde de Bolonha e com D. Beatriz de Castela

1279 - 1325
D. Dinis I "O Lavrador" 
(9 Outubro 1261 Lisboa-7 Janeiro 1325 Odivelas)
Casou com D. Isabel de Aragão

1325 - 1357
D. Afonso IV "O Bravo" 
(8 Fevereiro 1291 Coimbra-28 Maio 1357 Lisboa)
Casou com D. Beatriz de Molina e Castela

1357 - 1367
D. Pedro I "O Justiceiro" 
(18 Abril 1320 Coimbra-18 Janeiro 1367 Alcobaça)
Casou com D. Constança Manuel e com D. Inês de Castro

1367 - 1383
D. Fernando I "O Formoso" 
(31 Outubro 1345-22 Outubro 1383 Santarém)
Casou com D. Leonor de Telles

1383 - 1385
Interregno





SEGUNDA DINASTIA - AVIZ
  

1385 - 1433
D. João I "O de Boa Memória"
 (11 Abril 1357 Lisboa-14 Agosto 1433 Batalha)
Casou com D. Filipa de Lancastre

1433 - 1438
D. Duarte I "O Eloquente" 
(31 Outubro 1391 Viseu-9 Setembro 1438 Batalha)
Casou com D. Leonor de Aragão

1438 - 1481
D. Afonso V "O Africano" 
(15 Janeiro 1432 Sintra-28 Agosto 1481 Batalha)
Casou com D. Isabel de Lancastre


1481 - 1495
D. João II "O Príncipe Perfeito" 
(3 Maio 1455 Lisboa-25 Outubro 1495 Batalha)
Casou com D. Leonor de Viseu


1495 - 1521
D. Manuel I "O Venturoso" 
(31 Maio 1469 Alcochete-13 Dezembro 1521 Belém)
Casou com D. Isabel de Castela, D. Maria de Castela e com D. Leonor


1521 - 1557
D. João III "O Piedoso" 
(6 Junho 1502 Lisboa-11 Junho 1557 Belém)
Casou com D. Catarina de Áustria


1557 - 1578
D. Sebastião I "O Desejado" 
(20 Janeiro 1554 Lisboa-4 Agosto 1578 África)
Não Casou


1578 - 1580
D. Henrique I "O Casto" 
(31 Janeiro 1512 Almeirim-31 Janeiro 1580)
Não Casou


1580 - 1580
D. António I "O Determinado" 
(1531 Lisboa-26 Agosto 1595 Paris)
Não Casou






TERCEIRA DINASTIA - FILIPINA

1581 - 1598
D. Filipe I "O Prudente" (21 Março 1527 Valhadolid-13 Setembro 1598 Escorial)
Casou com D. Maria de Portugal; D. Maria Tudor, D. Isabel de Valois e com D. Ana de Áustria

1598 - 1621
D. Filipe II "O Pio" (14 Abril 1578 Madrid-31 Março 1621 Escorial)
Casou com D. Margarida de Áustria

1621 - 1640
D. Filipe III "O Grande" (8 Abril 1605 Madrid-17 Setembro 1665 Escorial)
Casou com D. Isabel de França





QUARTA DINASTIA - BRAGANÇA
 

1640 - 1656
D. João IV "O Restaurador" 
(19 Março 1604 V. Viçosa-6 Novembro 1656 Lisboa)
Casou com Dona Luísa Francisca de Gusmão


1656 - 1683
D. Afonso VI "O Vitorioso" 
(21 Agosto 1643 Lisboa-12 Setembro 1683 Lisboa)
Casou com Dona Maria Francisca Luísa Isabel d´Aumale e Sabóia, ou de Sabóia-Nemours


1683 - 1706
D. Pedro II "O Pacífico" 
(26 Abril 1648 Lisboa-9 Dezembro 1706 Lisboa)
Casou com D. Maria Francisca de Sabóia e com D. Maria Sofia de Neuburgo


1706 - 1750
D. João V "O Magnânimo" 
(22 Outubro 1689 Lisboa-31 Julho 1750 Lisboa)
Casou com Dona Maria Anna Josefa, arquiduquesa de Áustria


1750 - 1777
D. José I "O Reformador" 
(6 Junho 1714 Lisboa-24 Fevereiro 1777 Lisboa)
Casou com D. Mariana Vitória de Bourbon


1777 - 1816
D. Maria I "A Piedosa" 
(17 Dezembro 1734 Lisboa-20 Março 1816 Rio de Janeiro)
Casou com D. Pedro III


1816 - 1826
D. João VI "O Clemente" 
(13 Maio 1767 Queluz-10 Março 1826 Lisboa)
Casou com Dona Carlota Joaquina Teresa Caetana de Bourbon e Bourbon

1826 - 1826
D. Pedro IV "O Rei Soldado" 
(12 Outubro 1798 Queluz-24 Setembro 1834 Lisboa)
Casou com Dona Maria Leopoldina Josefa Carolina de Habsburgo (1º)
Casou com Dona Amélia Augusta Eugénia Napoleona de Leuchtenberg (2º)

1828 - 1834
D. Miguel I "O Tradicionalista" 
(26 Outubro 1802 Lisboa-14 Novembro 1866 Áustria)
Casou com Dona Adelaide Sofia Amélia Luísa Joana Leopolodina de Löwenstein-Wertheim-Rosenberg

1826 - 1853
D. Maria II "A Educadora" 
(4 Abril 1819 Rio de Janeiro-15 Novembro 1853 Lisboa)
Casou com D. Fernando II de Saxe Coburgo-Gotha

1853 - 1861
D. Pedro V "O Esperançoso" 
(16 Setembro 1837 Lisboa-11 Novembro 1861 Lisboa)
Casou com Dona Estefânia Josefa Frederica Guilhermina Antónia de Hohenzollern

1861 - 1889
D. Luís I "O Popular" 
(31 Outubro 1838 Lisboa-19 Outubro 1889 Lisboa)
Casou com D. Maria Pia de Sabóia


1889 - 1908
D. Carlos I "O Martirizado" 
(28 Setembro 1863 Lisboa-1 Fevereiro 1908 Lisboa)
Casou com Dona Maria Amélia Luísa Helena de Orleães

1908 - 1910
D. Manuel II "O Rei Saudade" 
(15 Novembro 1889 Lisboa-2 Julho 1932)
Casou com Dona Augusta Vitória Guilhermina Antónia Matilde Luísa Josefina Maria Isabel de Hohenzollern-Sigmaringen

segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

AS COMPANHIAS DE AVIAÇÃO MAIS SEGURAS DO MUNDO EM 2022

 AS 20 COMPANHIAS DE AVIAÇÃO MAIS SEGURAS DO MUNDO EM 2022

A  Airline Ratings, uma entidade especializada em avaliar empresas de aviação do mundo escolheu aquelas que que considera as mais seguras a nível mundial para este ano de 2022.

Entre outros parâmetros, a ausência de acidentes nos últimos 5 anos, a idade e o tipo da frota, os resultados de auditorias por empresas certificadas, protocolos de segurança Covid, cumprimento de horários e formação das tripulações, número de voos operados e regulamentação de segurança dos países onde estão sediadas as companhias aéreas foram avaliados.


Recorde-se que a TAP entrou pela primeira vez na lista das companhias mais seguras da Airline Ratings em 2020, no 13º lugar, e surge agora, 2 anos passados, no 5º lugar. sendo, no entanto,  considerada a mais segura da Europa pela mesma entidade.

Já no ranking da agência alemã JACDEC (Jet Airline Crash Data Evaluation Centre), produzido a partir do estudo e análise do desempenho operacional das transportadoras a nível mundial. a TAP ocupa o 7º lugar a nível mundial.



AS 20 C0MPANHIAS DE AVIAÇÃO MAIS SEGURAS (2022)



  1. Air New Zealand
  2. Etihad Airways
  3. Qatar Airways
  4. Singapore Airlines
  5. TAP Air Portugal
  6. SAS
  7. Qantas
  8. Alaska Airlines
  9. EVA Air
  10. Virgin Australia/Atlantic
  11. Cathay Pacific Airways
  12. Hawaiian Airlines
  13. American Airlines
  14. Lufthansa/Swiss Group
  15. Finnair
  16. Air France/KLM Group
  17. British Airways
  18. Delta Air Lines
  19. United Airlines
  20. Emirates




AS 10 COMPANHIAS MAIS BARATAS
  1. easyjet
  2. Frontier
  3. Jetstar Group
  4. Jetblue
  5. Ryanair
  6. Vietjet
  7. Volaris
  8. Westjet
  9. Wizz

terça-feira, 4 de janeiro de 2022

As nádegas !

As nádegas, também conhecidas como nalgas, são as duas partes carnudas e globulares que formam a parte posterior e superior da coxa. Cada uma das partes é chamada nádega ou nalga.

As nádegas, são constituídas pelos músculos responsáveis pelo movimento das pernas e, nas mulheres, é também onde se acumula a gordura que fica disponível para a formação dos fetos. Em ambos os sexos serve como almofada e protecção dos ossos na posição de sentado ou deitado.

De uma maneira geral, as nádegas, para além da função biológica, assumem uma função secundária, de cunho sexual, como zona erógena e exercem uma atracção das pessoas pelas nádegas de indivíduos de sexo oposto (ou do mesmo sexo, dependendo dos gostos...

O poder de atracção das nádegas de mulheres, por exemplo, é um forte apelo usado na publicidade de certos artigos de consumo predominantemente masculino, como cervejas, automóveis e outros.





quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

Brinde aos loucos

 


« Um brinde aos loucos, aos desajustados, aos rebeldes, aos criadores de casos. Aqueles que vêem as coisas de forma diferente. Pode cita-los, discordar deles, glorificá-los ou caluniá-los, mas a única coisa que não pode fazer é ignorá-los. Porque eles mudam as coisas. Empurram a raça humana adiante. E enquanto alguns os vêem como loucos, nós vemo-los como génios. Porque as pessoas que são loucas o suficiente para achar que podem mudar o mundo são aquelas que o conseguem mudar. »

(Jack Kerouac)

segunda-feira, 18 de outubro de 2021

O PRIMEIRO AUTOMÓVEL A MOTOR EM PORTUGAL


O PRIMEIRO AUTOMÓVEL A MOTOR EM PORTUGAL 
PANHARD & LEVASSOR, 1895 
CILINDRADA: 1324 CC
VELOCIDADE MÁXIMA: 20 KM/H
ORIGEM: FRANÇA 


No dia 11 de Outubro de 1895, há 126 anos, pelas 5 horas da tarde, chegou a Santiago do Cacém o primeiro automóvel a circular em Portugal, uma viatura Panhard-Levassor, importada de Paris por D. Jorge de Avillez, 4.º Conde de Avilez, um jovem aristocrata daquela vila alentejana. Tratava-se de um carro com uma arquitectura que se viria a tornar clássica, com tracção traseira e com o motor dianteiro longitudinal de dois cilindros em V, um V2 com 1324 cc.

O veículo havia chegado ao porto de Lisboa uns dias antes, tendo sido objecto de grande curiosidade. Todos queriam saber que maquineta era aquela! As peripécias continuaram na alfândega de Lisboa, pois houve necessidade de decidir qual a taxa a aplicar, já que se tratava da primeira importação de um automóvel com motor a combustão. Hesitaram entre máquina agrícola ou máquina movida a vapor e acabaram por se decidir por esta últimaDepois da montagem dos vários componentes numa oficina de carruagens da baixa lisboeta e da colocação em marcha do seu motor de explosão, o Panhard & Levassor iniciou a sua primeira viagem em Portugal, que havia de demorar três dias, em direcção a Santiago do Cacém, a uma velocidade máxima de 15 km por hora

Foi uma viagem dura e atribulada, pois as estradas da época nada tinham a ver com as dos dias de hoje, eram de terra batida, cheias de altos e baixos.  O carro tinha rodas de madeira e aros de ferro, e atingia uma velocidade máxima da ordem dos 15 km/h. Durante o trajecto, à chegada a Palmela, ocorreu o primeiro acidente de viação em Portugal, tendo como vítima um burro. O pobre animal encontrava-se na estrada a fazer o seu trabalho de carga, habitual na época e o automóvel, embalado na descida, só parou quando embateu no burro. Dizem que o automóvel não travou, apenas abrandou, tendo sido o animal a deter o carro, que não sofreu quaisquer danos, ao contrário do burro, cuja morte obrigou ao pagamento de uma indemnização de dezoito mil reis (o triplo do valor de um burro à época).

Posteriormente e porque na época não havia estações de serviço para abastecimento, o proprietário da viatura resolveu atestar o depósito com petróleo de iluminação, em vez da benzina que devia utilizar, o que fez com que o motor não voltasse a pegar, tendo sido necessária uma limpeza do depósito e do motor, para que a máquina voltasse a funcionar. 

O veículo pioneiro é propriedade do automóvel Clube de Portugal e encontra-se exposto no Museu dos Transportes e Comunicações, no Porto. (foto abaixo)